Os significado das mamas (e 3 formas de cuidá-las)

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Os seios ou mamas estão associadas à função física de nutrir e alimentar um filho.

Espiritualmente, as mamas estão ligadas ao chackra do coração e simbolizam a abertura, o dar e receber, a compaixão, a generosidade, a capacidade de nutrir, o sentir e expressar as emoções, a autoaceitação.

Existem autores que relacionam ainda o tamanho das mamas com algumas características interiores.

Quando as mamas são mais pequenas, normalmente a mulher é mais orientada para a ação, deseja ser autónoma, dona de si mesma e ir para o mundo, tem necessidade de espaço e liberdade, podendo aparentar ser mais individualista ou autoritária, em alguns momentos.

Quando as mamas são grandes, a mulher tem um instinto maternal e cuidador, participando ativamente na vida dos que lhe são queridos. Esta mulher acolhe, protege e supre as necessidades de quem a procura. É sensível e coloca, muitas vezes, os desejos e as necessidades dos outros à frente dos dela, podendo ter tendência a anular-se nos relacionamentos.

Ao longo do nosso crescimento, vamos ouvindo ideias que conferem às mamas uma conotação pejorativa e limitadora:
“as mamas bonitas são deste tamanho e formato”
“não toques aí”
“não vais dar de mamar ao teu filho aqui, pois não?”
“quem usa um decote mais profundo é vulgar, e quem usa camisolas até ao pescoço é puritana”

Mas é importante compreendermos que as mamas fazem parte de nós, tão naturalmente como um braço, um nariz ou uma perna.
Somos um todo, e precisamos de abraçar todas as nossas partes com carinho e aceitação <3

Por essa razão, deixo aqui 3 formas de cuidares das tuas mamas, de dentro para fora:

  • PERMITE-TE SENTIR TANTO AS EMOÇÕES AGRADÁVEIS COMO AS DESAGRADÁVEIS, E EXPRESSA-AS

Se sentes tristeza, chora
Se sentes raiva, grita
Se sentes ressentimento, perdoa
Se sentes alegria, canta
Se sentes que tens algo a dizer, diz
Não permitas que as emoções reprimidas adoeçam o teu corpo, permite que elas fluam livremente!

  • ENCONTRA UM EQUILÍBRIO ENTRE O DAR E O RECEBER

– Se tens dificuldade em abrir-te e em dar-te aos outros, permite-te mais vezes ser vulnerável, partilhando com alguém de confiança aquilo que sentes.
Além disso, experimenta atos de generosidade, tais como: oferecer um café a um colega que esteja triste, abraçar mais vezes as pessoas que gostas, ou disponibilizares-te para ajudar uma amiga numa tarefa aborrecida.

– Se sentes, por outro lado, que estás sempre no modo “mãe” (cuidadora), experimenta fazer uma lista de práticas que te façam sentir bem, uma lista das tuas curas.
Reflete sobre se elas estão incluídas no teu dia-a-dia, e como as podes incluir mais.
Além disso, quando te oferecerem um elogio, uma ajuda, um presente, não recuses nem digas que “não é preciso”. Permite-te receber, de coração aberto.

  • TOCA-TE, ACARICIA-TE E SENTE-TE

É tão importante olharmo-nos, tocarmo-nos e acariciarmo-nos!
No fundo, é isso que fazemos com as pessoas que amamos muito, não é?
E não há partes do nosso corpo “proibidas”, ou que não se devam tocar.
Podemos, e devemos, tocar em todo o nosso corpo, com amor e presença.
Isso significa habitarmo-nos a nós mesmas.
Experimenta tocar e acariciar mais vezes as tuas mamas, calma e carinhosamente, sentindo como elas são e o que te querem transmitir.

O que achaste desta perspetiva?

Espero que tenhas gostado!

Até breve,

Sílvia Xará

Imagem: Background photo created by rawpixel.com – www.freepik.com

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Sobre Mim

O meu nome é Sílvia Xará. Após trabalhar com diferentes tipos de público e contextos, enquanto psicóloga clínica, e de frequentar várias formações na área do desenvolvimento pessoal, foi nas feridas da minha própria história que descobri a minha paixão e missão de vida.

O meu propósito é, assim, ajudar mulheres a (re)descobrirem o seu amor próprio, a cuidarem das suas emoções e a conectarem-se com o seu Feminino.

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